domingo, 18 de março de 2007
Análise para 19-mar-07: BOVESPA
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domingo, março 18, 2007
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Análise para 19-mar-07: DOW JONES
Boa sorte.
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Análise para 19-mar-07: NASDAQ
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sábado, 17 de março de 2007
Atualização das Informações
Atualização das informações para o pregão do dia 19mar07 estarão disponíveis até domingo. Não deixe de conferir!
Até lá...
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sábado, março 17, 2007
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sexta-feira, 16 de março de 2007
Semana "D"
Hoje é o último dia antes do vencimento das opções final B, o que significa uma possível volatilidade nos preços da maioria dos ativos da BOVESPA. Este é o último dia para os tubarões fazerem dinheiro em cima dos peixinhos. Você pretende ser tubarão ou peixinho? Abra os olhos e fique alerta, o bonde deve passar hoje várias vezes.
A dica é acompanhar o mercado externo para ver como será o dia por lá para poder, só então, se movimentar aqui dentro. Acompanhar o intraday da BOVESPA e Petrobrás é a melhor estratégia. Como o petróleo está em queda, talvez seja mais interessante mexer com as opções da Vale.
Boa sorte!
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sexta-feira, março 16, 2007
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quinta-feira, 15 de março de 2007
Análises de Ativos
Independente disso, caso você tenha um ativo que queira uma análise, me envie um email (consultoria@foconomercado.net) para eu poder analisá-lo.
Até...
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quinta-feira, março 15, 2007
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Análise para 16-mar-07: BOVESPA
43.889,33 42.645,33
44.205,66 42.339,66
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quinta-feira, março 15, 2007
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Análise para 16mar07: DOW JONES
Hoje a DOW JONES também andou no campo vermelhor por um bom período quando, então, resolveu subir para o azul, fechando 0,22% positivo.
Note que o VOLUME está baixo com relação a 4a (14), isso pode ser um mau sinal para os próximos dias (veja comentário sobre a semana "D").
Continua dentro da cunha de baixa. Se esta figura se confirmar, esta bolsa deve ficar nos altos e baixos, com o VOLUME em redução, até atingir o ponto de ruptura.
Veja que no STO há confirmação de queda dos preços, o mesmo se confirmando no TRIX.
Os preços projetados para as Resistêncis (esq) e Suportes (dir) para esta 6a (16) são:
12.196,57 12.114,37
12.233,43 12.069,03
12.278,77 12.032,17
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quinta-feira, março 15, 2007
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Análise para 16-mar-07: NASDAQ
2.391,23 2.361,47
2.399,85 2.355,21
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quinta-feira, março 15, 2007
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Links Interessantes: Notícias
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Turbulência vivida pelas Bolsas não alterou projeções do Itaú para o Ibovespa
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quinta-feira, março 15, 2007
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Links Interessantes: Notícias
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Não seria a hora de arriscar e comprar ações na baixa para tentar lucrar depois?
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Bolsa: mesmo quem vendeu menos de R$ 20 mil ao mês deve declarar IR
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quinta-feira, março 15, 2007
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Lembrete Importante
Aquele que diz conseguir acertar sempre uma análise, na verdade, está apenas querendo ganhar dinheiro fácil enganando os inesperientes.
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quinta-feira, março 15, 2007
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quarta-feira, 14 de março de 2007
Análise para 15-mar-07: BOVESPA
43.701,66 42.462,66
44.115,33 41.637,33
44.940,66 41.223,66
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quarta-feira, março 14, 2007
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Análise para 15mar07: DOW JONES
A DOW JONES fechou positivo, com um aumento de 0,48%, formando uma figura, semelhante à anteriormente analisada, porém, invertida, chamada de cunha de baixa. Esta figura se confirmando, dentro de alguns dias pode dar ruptura para cima, anunciando uma alta. Vamos acompanhar o desenrolar desta figura e do volume.
No MACD e STO há confirmação de venda e, conforme for o dia nesta 5a feira, pode ou não dar sinal de venda também no TRIX.
Os preços da Resistência (esq) e Suporte (dir) projetados para esta 5a são:
12.204,33 12.001,03
12.275,27 11.868,67
12.407,63 11.797,73
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quarta-feira, março 14, 2007
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Análise para 15-mar-07: NASDAQ
2.385,13 2.344,96
2.398,52 2.318,18
2.425,30 2.304,79
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quarta-feira, março 14, 2007
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terça-feira, 13 de março de 2007
Análise para 14-mar-07: BOVESPA
44.765,67 41.715,67
45.282,34 40.707,34
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terça-feira, março 13, 2007
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Análise para 14mar07: DOW JONES
12.387,80 11.915,60
12.468,0011.759,70
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terça-feira, março 13, 2007
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Análise para 14-mar-07: NASDAQ
Confirmado. Hoje a NASDAQ rompeu para baixo a cunha de alta e fechou em -2,15%.
Os motivos já foram falados acima nas duas primeiras análises.
Se amanhã cair novamente o STO dará sinal de venda e, quem sabe, também no TRIX.
Enfim, agora é observar para ver o comportamento da bolsa. Como a NASDAQ também rompeu os três suportes (S1, S2 e Rb), sendo este último sinal de queda forte por pelo menos 1 ou 2 dias, então amanhã deverá ser outro dia de queda.
Os preços projetados para Resistência (esq) e Suporte (dir) são:
2.380,84 2.335,43
2.411,12 2.320,30
2.426,25 2.290,02
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terça-feira, março 13, 2007
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Análise para 13-mar-07: BOVESPA
44.727,67 43.605,67
45.049,34 43.366,34
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Análise para 13mar07: DOW JONES
12.408,54 12.201,53
12.467,07 12.156,57
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Análise para 13-mar-07: NASDAQ
2.416,53 2.377,27
2.429,04 2.370,15
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sábado, 10 de março de 2007
Análise para 12-mar-07: BOVESPA
44.382,00 43.675,00
44.631,00 43.217,00
45.089,00 42.968,00
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sábado, março 10, 2007
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Análise para 12mar07: DOW JONES
Como ocorre na BOVESPA, o VOLUME continua em queda e a figura da cunha de alta continua evidente. Esta combinação cada vez mais confirma a possibilidade de uma queda próxima.
Apesar disso, no ESTOCÁSTICO continua o rumo de saída dos preços da zona de sobrevendidos e no TRIX a confirmação da subida dos preços. Vamos ver até quando.
A projeção de preços para a Resistência (esquerda) e Suporte (direita) são":
12.328,63 12.226,23
12.380,97 12.176,17
12.431,03 12.123,83
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sábado, março 10, 2007
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Análise para 12-mar-07: NASDAQ
2.418,54 2.360,08
2.432,27 2.344,58
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sexta-feira, 9 de março de 2007
Impossibilidade
Caro, infelizmente hoje não pude dar nenhum comentário sobre o mercado. Peço desculpas e prometo tentar, ao máximo, evitar esta falta de opinião das minhas análises técnicas.
Abraço!
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sexta-feira, março 09, 2007
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Noite Cheia
Amigos, estive muito ocupado hoje à noite com reunião de condomínio e depois reformulação do meu site. São 2h25 da madruga e pretendo ir dormir. Conforme for, amanhã eu posto análises das bolsas.
Abraço!
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sexta-feira, março 09, 2007
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quarta-feira, 7 de março de 2007
Sem Fonte de Dados
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quarta-feira, março 07, 2007
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Análise para 08-mar-07: BOVESPA
No diário a BOVESPA deu sinal de compra no ESTOCÁSTICO, está muito próximo de cruzar para cima e dar sinal de compra também no TRIX. Além disso, as médias móveis também estão ensaiando uma virada para cruzarem. Vamos aguardar.
No semanal, a BOVESPA está em queda, confirmando sua tendência. Vamos aguardar sinais de confirmação desta queda.
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quarta-feira, março 07, 2007
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Análise para 08mar07: DOW JONES
No diário a DOW JONES deu sinal de compra no TRIX e no ESTOCÁSTICO, mas o volume continua em queda. Caso queram comprar, coloquem um STOP 3% abaixo do preço de compra por garantia.
No semanal a DOW JONES confirma queda no TRIX e no ESTOCÁSTICO, onde está em vias de entrar na zona de sobrevendidos. Vamos ficar de olho.
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quarta-feira, março 07, 2007
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Análise para 08-mar-07: NASDAQ
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quarta-feira, março 07, 2007
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Verdade sobre a baixa nas Bolsas
É sabido que os Estados Unidos está numa corda-banba quando se refere à suaeconomia (acho que também posso dizer o mesmo quanto à atuação deles naguerra do Iraque e assim por diante, né?). Sendo assim e considerando que o mercado acionário da China é composto por 70% de indivíduos, ou seja, cidadãos chineses que, por isso, é naturalmente um mercado muito volátil, a Bolsa de Xangai trepidou quanto a possíveis rumores de que os Estados Unidos estariam desacelerando sua economia, o que significaria redução das importações, que por sua vez acarretaria diminuição nas exportações chinesa e, conseqüentemente, redução na exportação de todos os países fornecedores de matéria-prima para aquele país, inclusive o Brasil. Pelo menos é isso que a maioria dos economistas acreditam.
Enfim, à princípio, não há motivos concretos para este desespero nas Bolsas mundiais, que na verdade é um efeito-dominó gigantesco. Para quem ontem era desconhecido, hoje a Bolsa de Valores de Xangai está no centro das atenções, principalmente pela taxa de crescimento que este país vem apresentando nos últimos anos.
Pois hoje aconteceu exatamente o que eu havia comentado na 2a feira, estávamos passando por vários dias de quedas, em sua maioria, grandes, e em algum momento as Bolsas haveriam de reagir positivamente para ganhar fôlego para, talvez, continuar sua trajetória de descida.
A resposta que todos querem saber está associada à seguinte pergunta: "será que acabaou a queda?". Independente disso, os tubarões entraram hoje comprando tudo o que tinham direito, não fazendo praticamente nenhuma realização, só uma pequena queda próximo do horário do almoço. O volume negociado não foi lá nenhum motivo de quebra de recordes e, por isso, preocupa um pouco, pois tivemos um dia positivo com um volume moderado de negócios.
Sendo assim, veja que nem só de Análise Técnica vive um investidor. É preciso dosarmos as Análises Técnicas e Fundamentalistas de forma a conseguirmos a mistura certa para nos orientar nos investimentos, é pelo menos isso em que acredito.
Quem se arriscou na BOVESPA hoje se deu bem, pois apesar de não haver nenhum sinal visível de compra, todos os papéis subiram. Será que isso acontecerá amanhã? Pode ser, mas ainda é cedo para entrarmos novamente de cabeça no mercado sem sinais visíveis.
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quarta-feira, março 07, 2007
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Análise para 07-mar-07: BOVESPA
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No diário a BOVESPA está em zona de sobrevendido, já tentando fazer uma volta para cima, o que nos dará um sinal de compra. No TRIX, continuamos em zona também de sobrevendido. Parece estar se formando um canal de baixa. Vamos aguardar os próximos dias por uma confirmação.
Os valores projetados para os preços de suporte (direita) e resistência (esquerda) a serem rompidos no dia 07mar07 são:
43.893,34 41.867,34
44.568,67 40.516,67
45.919,34 39.841,34
No semanal, ainda não tivemos um sinal de venda no TRIX, mas se continuar o rítimo de queda, isso poderá ocorrer ainda esta semana. No MACD, vemos uma possível reversão de baixa para alta, mas só os próximos dias para dizer. Boa sorte!
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quarta-feira, março 07, 2007
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Análise para 07mar07: Dow Jones
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As projeções para os preços das linhas de resistência (esquerda) e suporte (direita) a serem vencidos amanhã são:
12.271,13 12.097,33
12.334,67 11.987,07
12.444,94 11.923,53
No semanal, não há novidade com relação à análise de ontem. O TRIX cruzou sua linha zero, o que deu um sinal de venda.
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quarta-feira, março 07, 2007
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Análise para 07mar07: NASDAQ
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No diário a NASDAQ fechou o dia com o ESTOCÁSTICO quase cruzando para cima da sua linha de sinal, o que daria sinal de compra. No TRIX ainda ensaiando também um cruzamento. Notem que o volume está decrescendo, sinal forte de reversão. Hoje subiu forte alta de 1,90%. Será que amanhã se manterá nesta subida? Talvez sim. Vamos ficar de olho para ver quais serão as cenas dos próximos capítulos.
Os sinais de suporte (direita) e resistência (esquerda) a serem vencidos amanhã:
2.396,43 2.367,56
2.407,72 2.349,98
2.425,30 2.338,69
No semanal, temos o sinal de venda no TRIX. Vamos continuar de olho.
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quarta-feira, março 07, 2007
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terça-feira, 6 de março de 2007
Análise: BOVESPA
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No semanal, a BOVESPA dará sinal de venda se hoje continuar a trajetória de queda. Na 2a feira as médias móveis se cruzaram dando sinal de queda.
Como a BOVESPA vem há város dias fechando no negativo, muitos destes fechamentos com forte baixa, eu sugeri que ontem ela iria começar a corrigir para cima, o que está acontecendo hoje, 3a feira. Não sei se devemos nos empolgar muito, pois este sinal de recuperação hoje pode ser apenas uma "respirada" que a BOVESPA está dando para continuar a queda.
Poucos foram os ativos que deram algum sinal de compra com o fechamento de ontem, por isso vale a pena aguardarmos hoje para que os sinais se confirmem, o que mesmo assim não é garantia. É como eu dito, não existem ferramenta que detecte o ânimo do investidor.
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terça-feira, março 06, 2007
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Análise: DOW JONES
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DOW JONES diário está em zona de sobrevendido tanto no TRIX, quanto no ESTOCÁSTICO. No MACD já deu reversão, sinal de compra.
No semanal, a NASDAQ está dando sinal de venda no TRIX. A média móvel está em abaixa (bearish), sinal de que há queda a médio prazo.
Veja que, tanto no diário quanto no semanal, a NASDAQ e o DOW JONES estão muito semelhantes. Bom sinal, pois agora voltaremos a ter dois indicadores se comportando similarmente.
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terça-feira, março 06, 2007
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Análise: NASDAQ
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NASDAQ diário está em zona de sobrevendido tanto no TRIX, quanto no ESTOCÁSTICO. No MACD já deu reversão, sinal de compra.
No semanal, a NASDAQ está dando sinal de venda no TRIX. A média móvel está em abaixa (bearish), sinal de que há queda a médio prazo.
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terça-feira, março 06, 2007
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Indisponibilidade de Informação
Pessoal, ontem estive ocupado com assuntos pessoais e acabei não tendo oportunidade de fazer análises e postar informações. Tenterei fazer isso hoje na hora do almoço.
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segunda-feira, 5 de março de 2007
Ativos com sinal de COMPRA ou VENDA
Amigos, seguem abaixo os ativos que estão dando sinal de COMPRA e VENDA para 05mar07:
- AVIL3: venda no MACD
- GETI4: venda no MACD
O ativo abaixo está entrando em zona de sobrecomprado e/ou com trend bullish tanto no MACD, quanto no STO:
- RPAD6
Os demais ativos abaixo listados merecem atenção por estarem entrando em zona de sobrevendidos e/ou com trend bearish:
BCAL6; BRAP3; BRKM5; EBTP3; ELPL6; INEP4; ITSA4; MNPR4; RENT3; RIPI4; RNAR3; RSID3; UGPA4; UNIP6
Boa sorte!
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segunda-feira, março 05, 2007
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Novidade no site www.foconomercado.net
No meu site (www.foconomercado.net), que será liberado ao público dentro de duas semanas no máximo, além das análises técnicas disponibilizadas, também tem PROJEÇÃO DE PREÇOS DE SUPORTES E RESISTÊNCIAS e (novo) ANÁLISE DE INDICADORES (MACD, STOCHASTIC, TRIX, SMA e CANDLESTICK.
Estou trabalhando muito para poder liberar o site, que por sinal está muito interessante, pois não tem fins lucrativos, mas acesso livre uma vez que os links lá disponibilizados são livres na internet, porém, organizados por assunto no meu site.
Vamos aproveitar.
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segunda-feira, março 05, 2007
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sábado, 3 de março de 2007
Análise: BOVESPA
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A BOVESPA abriu em queda, tentou subir, depois desmoronou. Durante todo o dia só deu passeio de bonde , ou seja, os peixes grandes criam oportunidade de subida e quando todos os peixinhos entra, o bonde parte para a sua viagem de descida. Ensaiou uma subida ao final do dia e fechou próximo do seu mínimo do dia, no negativo como esperado.
No curto prazo, gráfico diário, o indicador MACD mostra a continuação da queda por não conseguir curzar sua linha de sinal. Apesar disso, elas agora estão descendo juntas, o que poderá a fazer o cruzamento para cima da linha de sinal caso 2a feira seja um dia melhor. As próximas linhas de suporte projetadas a serem vencidas em caso de queda são: 41.938,66 / 41.507,33 / 40.717,66.
No médio prazo, gráfico semanal, temos duas indicações de queda: MACD cruzando sua linha zero e as médias móveis cruzando para baixo, ou seja, sinal de venda nos dois. Veja que a BOVESPA está saindo da zona de sobrecomprados.
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sábado, março 03, 2007
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Análise: Dow Jones
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A curto prazo, gráfico diário, a Dow Jones continua dando sinais de queda. Note que o volume vem decrescendo e que o indicador MACD até ensaiou cruzar a linha de sinal, mas resolveu segui adiante para baixo. Está entrando em zona de sobre vendido, mas ainda não temos sinais claros de compra. Se continuar caindo, estes são os preços projetados para os suportes a serem vencidos: 12.065,20 / 12.016,30 / 11.925,20. O volume em queda confirma a realização de lucros.
A longo médio, gráfico semanal, também temos sinais de queda. Veja que as médias móveis se cruzaram para baixo e que o MACD cruzou a linha zero, indicando queda. Também não temos sinais de compra, vamos aguardar.
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Análise: NASDAQ
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6a feira também não foi um dia bom para as bolas americanas e brasileira. A NASDAQ, no gráfico diário, mostra uma continuidade de queda no indicador MACD. O volume também fechou decrescente, confirmando o que eu havia dito, ou seja, poucos seriam os loucos de passarem o final de semana comprados. Foi um movimeno de realização também na NASDAQ. Os próximos suportes projetados a serem rompidos, se a queda continuar, são: 2.356,91 / 2.345,83 / 2.323,65.
Já no gráfico semanal, a NASDAQ confirma a tendência de queda de duas formas: (1) MACD cruza a linha zero e (2) a média móvel de menor período cruzou para baixo a média móvel de maior período.
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sábado, março 03, 2007
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sexta-feira, 2 de março de 2007
Análise Complementar 1
Hoje as bolas mundiais estão dividas entre trading compra e venda. Ontem elas iniciaram todas, 100%, negativas. Vamos acompanhar o desfecho desta manhã para identificarmos alguma possível tendência por volta das 10h00, horário de abertura da BOVESPA.
Há três linhas de suporte (primária, secundária e de ruptura de baixa) projetadas para hoje: 42.407,34 / 41.297,67 / 40.558,34. Podemos ver que a mínima já atingida hoje (42.894) pela BOVESPA ainda está acima da linha de suporte primária, portanto ela se mostra forte. Vamos ver se ela será testada ou rompida para baixo.
Lembre-se, nunca negociar nos primeiros 30min de abertura, isso é para os inesperientes. Boa sorte!
As informações contidas neste BLOG refletem opinião e análise em que eu acredito. Não me responsabilizo pelo uso destas informações e encorajo cada visitante a consultarem outras referências e até mesmos sua própria análise antes de se posicionar no Mercado de Capitais.
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sexta-feira, março 02, 2007
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quinta-feira, 1 de março de 2007
Análise para BOVESPA, DOW JONES e NASDAQ
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Informativo: Bovespa iniciará negociações do POP no dia 9
Bovespa iniciará negociações do POP no dia 9
Sex, 2 Fev, 15h55
A Bovespa e a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) informam que o início das negociações do POP (Proteção do Investimento com Participação), suspenso ontem por determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), irá ocorrer na próxima sexta-feira, dia 9 de fevereiro. Segundo comunicado enviado hoje pela Bolsa, a CVM considerou satisfatórios os esclarecimentos prestados ao órgão regulador e ao mercado.
A Bovespa disse à CVM que o funcionamento do POP e suas características de risco-retorno, inclusive a proteção ao capital, só valem se ele for mantido inalterado. Portanto, se o investidor "desmanchar" o POP, poderá eliminar essa proteção. O valor protegido é assegurado ao investidor somente no vencimento do POP, e a sua negociação antes do vencimento é efetuada aos preços do mercado. O valor do capital protegido que o investidor escolheu pode ser menor que o valor investido por ele (o preço pago pelo POP).
No vencimento, continua a Bovespa, se o valor da ação for menor que o capital protegido, o investidor deve escolher receber esse montante em vez de ficar com a própria ação. Essa escolha é o exercício da opção, que o investidor deverá comunicar à sua corretora para ser executada no mercado. No vencimento, se o valor da ação for maior que o capital protegido, o investidor deve escolher se quer ficar com a ação sem qualquer proteção ou adquirir um novo POP, para continuar a ter uma determinada proteção ao seu capital. O investidor deverá comunicar essa escolha a sua corretora.
"O POP proporciona uma determinada proteção ao capital investido em troca de uma participação nos eventuais ganhos do investimento na ação. Portanto, quando a ação se valoriza suficientemente, o ganho com o POP será inferior ao ganho que o investidor obteria se aplicasse exclusivamente na ação. Esse é o custo da proteção proporcionada pelo POP", diz a Bolsa. A proteção ao capital proporcionada pelo POP é decorrente da opção de venda da ação nele contida e não da contratação de um seguro ou de outra espécie de garantia.
Além disso, o POP só pode ser contratado por investidores que assinarem, com a respectiva corretora, o contrato para operar no mercado de opções. Cabe ao investidor avaliar se esse mercado é conveniente ao seu perfil e se é apropriado ao seu grau de experiência no mercado de ações. O investidor deve também avaliar seus objetivos ao escolher participar do POP e conversar com a sua corretora de valores.
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sexta-feira, fevereiro 02, 2007
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Carteira: MCI (Fevereiro - small caps)
Ações: consenso de mercado identifica boas oportunidades entre as Small Caps
Por: Bruna Dal Moro Alves
01/02/07 - 10h05
InfoMoney
SÃO PAULO - O MCI - indicador de consenso de mercado elaborado pela InfoMoney - identifica boas oportunidades entre os papéis, muitas vezes, fora do foco dos investidores.
Dentre as Small Caps mais lembradas, as ações ordinárias de Eternit e MMX Mineração foram consideradas as opções mais interessante de investimento. De acordo com o levantamento, há atualmente onze small caps com nota superior a 4,0 pontos, de um valor máximo de 5,0, sugerindo o bom potencial de tais papéis.
Primeiro lugarCom 4,69 pontos, os papéis de Eternit e MMX Mineração lideram as indicações. Para os analistas, a Enternit apresenta boas perspectivas de vendas, uma política agressiva de distribuição de lucros e um elevado grau de governança corporativa.
Já as ações da MMX são consideradas uma alternativa atraente aos investidores que estão procurando ganhar exposição no mercado de minério de ferro, apontam os analistas. Além disso, os bons fundamentos e o alto potencial de crescimento da companhia favorecem as recomendações.
Lupatech e DatasulEm segundo lugar, com 4,58 pontos, os papéis da Lupatech, líder na fabricação e produção de válvulas industriais, refletem as perspectivas de ampliação da presença da companhia no mercado internacional nos próximos meses. Vale lembrar que a empresa já anunciou duas aquisições na Argentina em 2006.
Já as ações da Datasul, que ficaram em terceiro lugar com 4,56 pontos, refletem o posicionamento da companhia no setor, que é considerada uma das líderes no fornecimento de serviços de softwares para empresas de médio e grande porte da América Latina.
Além disso, os analistas destacam que os papéis da companhia são uma boa opção para investidores que querem ingressar no setor de tecnologia.
Outros destaquesCom avaliação também bastante positiva, estão as units da Equatorial Energia e as preferenciais da Randon que empatam em quarto lugar, com 4,50 pontos. Logo em seguida estão as ações preferenciais da Saraiva, com 4,38 pontos.
Confira as small caps melhor avaliadas:
Ação MCI Eternit ON 4,69
MMX Mineração ON 4,69
Lupatech ON 4,58 Datasul ON 4,56
Equatorial Energia unit 4,50
Randon PN 4,50
Saraiva Livraria PN 4,38
Fosfertil PN 4,17
Coelce PNA 4,17
Magnesita PNA 4,17
Contax PN 4,17
O que é o MCI?
O Market Consensus Indicator (MCI) tem como principal objetivo facilitar as decisões de investimento dos usuários do site no mercado de ações.
Considerando uma amostra com informações e projeções de diversos bancos de investimento e corretoras, o indicador busca trazer um indicador de consenso entre os analistas de mercado a respeito das recomendações de uma determinada ação.
Variando em uma escala de 0 (venda forte) a 5 (compra forte), o indicador é calculado a partir das recomendações dos analistas consultados, trazendo um resumo do consenso. É importante destacar que o MCI é calculado apenas para ações com ao menos três recomendações de analistas distintos.
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sexta-feira, fevereiro 02, 2007
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Carteira: Ágora (Fevereito - arrojada)
Petrobras sai e Net entra na nova composição da carteira arrojada da corretora Ágora
Por: Gustavo José Endler Kahil
01/02/07 - 12h17
InfoMoney
SÃO PAULO - As ações da Petrobras não são mais uma opção de investimento sugerida pela carteira arrojada mensal da corretora Ágora. Quem aparece agora no lugar da blue chip é a Net, que também foi incluída na carteira moderada deste mês.
A expectativa de bons resultados para o último trimestre do ano passado sustenta a sugestão. "A consolidação dos balanços (com Vivax) e a exploração das sinergias deverão ser reconhecidas pelo mercado nos próximos trimestres", afirmam os analistas.
Menor concorrênciaO outro motivo apontado pelos analistas é a possível ratificação da agência reguladora às aquisições da Way-TV pela Telemar e da TVA pela Telefônica.
A aprovação pode beneficiar a companhia, tendo em vista que a decisão pode ocorrer "mediante o cumprimento de metas de qualidade e outras exigências como expansão da cobertura para áreas de classes de baixa-renda, o que reduzirá o impacto da concorrência", diz o relatório enviado nesta quinta-feira.
Confira as apostas arrojadas:
Empresa Código Preço-Alvo* Upside**
Net NETC4 R$ 27,20 5,96%
ALL ALLL11 R$ 28,00 21,7%
Gerdau GGBR4 R$ 51,89 44,9%
Lojas Americanas LAME4 R$ 156,17 27%
Klabin Segall KSSA3 R$ 26,94 47,2%
*Preço-Alvo projetado para dezembro de 2007
**Potencial de valorização
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Carteira: Ágora (Fevereito - dividendos)
Ágora atualiza carteira recomendada com boas pagadoras de dividendos
Por: Conrado Mazzoni Cruz
01/02/07 - 15h37
InfoMoney
SÃO PAULO - A Ágora atualizou na noite da última quarta-feira (31) sua carteira recomendada de dividendos. Na nova seleção, a equipe da corretora optou por apenas uma alteração: a troca das ações preferenciais da Telesp pelos papéis ordinários.
O motivo é o novo modelo de análise dos ativos da Telesp, no qual ambos os papéis PN e ON apresentam o mesmo preço-alvo para dezembro de 2007, de R$ 63,05. Contudo, as ações ordinárias têm um desconto de 9% em relação ao preço das preferenciais.
Careteira Dividendos:
A Ágora compila a seleção de cinco ações de empresas que tenham boas taxas de distribuição de proventos e, ao mesmo tempo, estejam consolidadas em termos de nível de atividade e apresentem boas práticas de Governança Corporativa.
Segundo os analistas, os yields (dividendos) estimados para as ações que compõem a carteira são, no mínimo, de 8%. Os papéis também representam empresas com forte geração de caixa.
Confira as recomendações:
Empresa Código Preço Alvo Upside* Peso
Eternit ETER3 R$ 19,32 26% 26,16%
Usiminas USIM5 R$ 123,92 52% 19,27%
Confab CNFB4 R$ 6,93 10% 22,82%
CPFL CPFE3 R$ 41,78 49% 17,74%
Telesp TLPP3 R$ 63,05 30% 14,01%
*Potencial de valorização
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Carteira: Itaú (Fevereiro - mês)
Ações: carteira "Top 5 Valor" do Itaú para fevereiro tem duas alterações
Por: Bruna Dal Moro Alves
01/02/07 - 15h48
InfoMoney
SÃO PAULO - A Itaú Corretora divulgou sua carteira "Top 5 Valor" para fevereiro. Usualmente, o perfil deste portfolio tem bases fundamentalistas, com menor peso das diretrizes do mercado.
Em relação à carteira de janeiro, a corretora efetuou duas alterações no portfolio. As ações preferenciais de Gerdau e Bradesco foram substituídas pelos papéis ordinários de Net e Submarino.
Análise da carteiraTendo em vista o crescimento da base de clientes e os novos investimentos que a empresa vem realizando, os analistas recomendam as ações da Net. Além disso, a perspectiva de ganhos da Net anima a instituição.
Quanto ao Submarino, os analistas estão otimistas em relação à parceria da companhia com a Americanas.com. Vale observar que outras instituições também apostam na nova empresa e ainda acreditam que a B2W poderá obter mais sinergias do que havia estimado anteriormente. Além disso, a entrada das ações do Submarino na composição do Ibovespa 2007 também foi relembrada pelos analistas.
Confira a carteira "Top 5 Valor" de fevereiro:
Empresa Código Preço-alvo* Upside
Net NETC4 R$ 34,70 31,5%
Submarino SUBA3 Em Revisão
Perdigão PRGA3 R$ 38,50 41,0%
Lupatech LUPA3 R$ 44,00 21,2%
Light LIGT3 R$ 30,00 19,0%
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sexta-feira, fevereiro 02, 2007
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Informativo: POP - Saiba mais sobre o produto.
POP: Saiba mais sobre o produto
O POP (Proteção do Investimento com Participação) promete ser uma opção interessante de investimento para o investidor que até hoje fugiu do mercado de ações por ter medo de perder dinheiro.
A função do novo produto é a dar segurança ao investidor, ou seja, caso o mercado caia muito, as perdas de quem o adquirir serão muito mais limitadas. A contrapartida é no ganho, que deve ser um pouco menor para quem tiver uma ação, o preço da segurança.Como funciona?
A lógica de funcionamento é bastante simples. Basicamente, há três operações dentro do produto: a compra de uma ação no mercado à vista, a compra de uma opção de venda e a venda de uma opção de compra - ambas as opções sobre a mesma ação e data de vencimento.
Desta forma, o investidor fica protegido de eventuais quedas abruptas do papel. Isso porque, como comprou uma opção de venda, tem o direito de se desfazer da ação ao preço de exercício previamente estabelecido.
Em contrapartida, se a ação subir bastante, terá seu retorno limitado. Como vendeu uma opção de compra, esta será exercida por um outro investidor, restringindo o eventual ganho do primeiro.
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Artigo: "Ben Bernanke alerta para possível crise fiscal nos EUA nos próximos anos."
Ben Bernanke alerta para possível crise fiscal nos EUA nos próximos anos
Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
18/01/07 - 15h08
InfoMoney
SÃO PAULO - Um alerta sobre o desequilíbrio orçamentário norte-americano. Esta foi a tônica do discurso realizado pelo presidente do Federal Reserve Bank ao Congresso dos EUA nesta quinta-feira.
Ben Bernanke afirmou que seu país pode enfrentar uma grave crise fiscal nos próximos anos caso não se atente ao rápido crescimento dos gastos dos programas sociais, como o Medicaid e o Medicare.
O chairman do Fed não comentou a respeito da política monetária atual, nem sobre as condições da economia restritas ao curto prazo.
Medidas são necessárias
Muito embora projeções oficiais do governo norte-americano apontem para uma estabilidade ou um ligeiro recuo do déficit orçamentário ao longo dos próximos anos, Bernanke ressaltou que o crescimento econômico por si só não será um fator suficiente para atenuar o problema fiscal e reforçou a necessidade de adoção de medidas de controle de gastos ou aumento dos impostos.
"Infelizmente, estamos vivenciando o que parece ser a calmaria antes da tempestade", concluiu o presidente do banco central dos EUA.
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terça-feira, 14 de novembro de 2006
Artigo: "Mercado de ações global está 'sobrevalorizado' "
Mercado de ações global está "sobrevalorizado", revela pesquisa com gestores
Por: Cauê Todeschini de Assunção
14/11/06 - 16h25
InfoMoney
SÃO PAULO - O valuation do mercado acionário voltou a ser um das grandes motivos de preocupação dos gestores de fundos, conforme indica levantamento realizado pela Merrill Lynch no mês de novembro.
De acordo com os dados do banco norte-americano, pela primeira vez desde o início de 2004, mais investidores acreditam que o mercado está "sobrevalorizado" do que "subvalorizado".
Ainda segundo banco, a manutenção dos elevados níveis de liquidez e apetite pelo risco suporta o recente movimento do mercado global, mas os investidores começam a duvidar que os lucros corporativos possam continuar surpreendendo positivamente no próximo ano.
Fim da complacência com a inflação
Para a Merrill Lynch, o recente rally dos preços das commodities parece ter acabado com a complacência dos gestores com a inflação.
Os dados da pesquisa mostram a elevação do percentual de investidores que espera taxas de inflação e de juros maiores nos próximos meses.
Europa assume a preferência dos gestores
Entre as regiões, os ativos europeus assumiram a liderança na preferência dos gestores, que pertencia ao Japão há mais de um ano.
O banco, porém, lembra que o desempenho do mercado japonês durante seu período como maior aposta foi negativo, cerca de 8% abaixo da média global.
Sobre a Europa, a Merrill Lynch recomenda cautela, afirmando que a mistura de desaceleração da economia da região com maiores apertos do juro pelo BCE (Banco Central Europeu) pode pressionar os mercados.
Pesquisa tem boa representatividade
A pesquisa do banco de investimentos norte-americano coletou informações de 216 gestores de fundos, que controlam um patrimônio de mais de US$ 600 bilhões, entre os dias 3 e 9 de novembro.
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terça-feira, novembro 14, 2006
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quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Artigo: "Apuração dos lucros"
Apuração dos lucros
Por Daniele Camba e Danilo Fariello
04/10/2006
A surpresa de um segundo turno para a Presidência da República mudou o cenário para os investimentos. A situação do mercado já não é mais tão clara, ganhando alguns ingredientes de instabilidade. Neste mês, o que se espera é uma boa oscilação dos ativos até que se defina quem irá governar o país. No longo prazo, há entre os dois candidatos distinções que podem ser relevantes para o destino das aplicações. Enquanto a resposta das urnas não vem, os especialistas recomendam que os investidores fiquem atentos ao desenrolar da campanha para encontrar oportunidades de ganho em meio à volatilidade.
Num primeiro olhar, tanto Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, quanto Geraldo Alckmin, do PSDB, parecem para o mercado boas opções, já que devem dar continuidade à política econômica atual. "Como o Brasil melhorou muito em termos de fundamentos, não há o menor incentivo para grandes mudanças", avalia o sócio da Tendências Consultoria Roberto Padovani.
Segundo analistas, existiria uma preferência do mercado pelo tucano por ele representar uma chance maior de implementação de algumas reformas importantes - como a da previdência e a política. "Alckmin tem mais clareza de quais reformas são necessárias, por isso sua vitória representaria um potencial maior de valorização no mercado", diz Padovani.
Não é o momento de correr grandes riscos nas aplicações, já que o destino da eleição ainda é incerto, alerta o sócio da Mauá Investimentos e ex-diretor de Política Monetária do Banco Central Luiz Fernando Figueiredo. Mas também não é preciso exagerar e colocar todo o dinheiro em investimentos conservadores, diz. "O cenário é neutro, mas levemente positivo." Esse tom "levemente positivo" poderá ganhar força se Alckmin crescer nas pesquisas. "Dependendo das chances dele ganhar, o mercado fica exuberante e oferece bons ganhos."
O histórico de Alckmin de bom gestor também agrada ao mercado. Com uma possível eleição do candidato tucano, haveria uma maior possibilidade de privatizações ou pelo menos de uma melhora na rentabilidade das estatais, com menos indicações políticas para cargos executivos, acredita a chefe de análise da Fator Corretora, Lika Takahashi.
"Mesmo que o Banco do Brasil não seja privatizado, suas ações vão subir porque o mercado acredita em uma melhora na instituição", diz Lika. Essa visão já se refletiu nas ações de algumas estatais. Na segunda-feira, os papéis da Eletrobrás e do Banco do Brasil subiram 4,79% e 3,78%, respectivamente. Também existe expectativa de que um governo PSDB dê mais autonomia às agências reguladoras e reforce as concessões, como de saneamento e rodovias. "Isso pode beneficiar ações como da Sabesp, OHL e CCR, por exemplo, além dos papéis de setores regulados, como teles e elétricas", diz o chefe de análise da Ágora, Marco Melo. Essas valorizações, no entanto, poderão evaporar se o cenário não se concretizar. "São especulações", diz.
No curto prazo, as expectativas são otimistas por conta da eleição, com reflexos em ativos como a bolsa. "Qualquer dos dois candidatos têm um discurso pró-reformas, e há ainda o lado psicológico de um novo governo aumentar as esperanças de mudança", diz o estrategista chefe do UBS, Marcelo Mesquita. Esse otimismo deve levar o Ibovespa para os 40 mil pontos até o fim do ano, estima ele.
No entanto, ainda é interessante manter boa parte dos investimentos em aplicações atreladas por juros, diz Gaspar Gasparian, sócio da consultoria Sankt Gallen. "Indicamos para aplicações mais arriscadas principalmente os multimercados long/short, que podem apresentar maior ganho com a volatilidade." Os multimercados com estratégia macroeconômica também podem apresentar diferencial, com menos incertezas do que investir direto em bolsa até uma definição eleitoral.
Apesar das atenções voltadas para as urnas, o principal risco continua vindo do setor externo - o nível de desaceleração da economia americana - muito mais imprevisível, diz o sócio responsável pela gestão de fundos do Pactual, Rodrigo Xavier. "Mais por conta disso, não aplicamos em ativos de renda fixa de prazo muito longo, porque preferimos papéis de maior liquidez." Xavier prevê que o cenário só ficaria mais instável por motivos internos se surgissem novos escândalos. "Haveria mais espaço para lucrar ou perder, em um fundo multimercado."
Para o longo prazo, Gasparian prevê cenários distintos para os investimentos de acordo com o candidato eleito. Com Lula, o início do próximo mandato poderá ser marcado por turbulências com a apuração das denúncias de corrupção, diz. "A bolsa poderá sofrer com essa instabilidade e o câmbio subir." Se o eleito for Alckmin, o consultor espera uma redução mais forte dos juros, o que beneficiaria os investimentos prefixados e tornaria o cenário mais positivo para as ações. "Alckmin ainda poderá também adotar uma política cambial mais flexível, para estimular as exportações, o que beneficiaria a aplicações em fundos cambiais."
O desempenho dos ativos também dependerá de as reformas saírem do discurso. "Se isso ocorrer, a bolsa terá fôlego para mudar de patamar e chegar em 50 mil pontos", diz Mesquita do UBS. Se não saírem do papel, na melhor das hipóteses as ações ficarão onde estão hoje..(Colaborou Angelo Pavini)
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quarta-feira, outubro 04, 2006
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terça-feira, 3 de outubro de 2006
Artigo: "Alguns motivos para o investidor revisar suas aplicações"
Alguns motivos para o investidor revisar suas aplicações
Gilberto Poso
03/10/2006
Muito se discute atualmente sobre as possibilidades de queda nos juros básicos no Brasil e seus respectivos benefícios. Certamente, tais discussões são de extrema relevância, dados os impactos nas empresas, nas pessoas e na economia. A idéia deste artigo, no entanto, é avaliar três dos impactos positivos das quedas de juros sobre os investimentos, particularmente sobre a distribuição dos recursos para os mercados de crédito e acionários.
Antes de tudo, para que os impactos sejam substanciais, é fundamental que as quedas valham para os juros nominais e para os juros reais. Além disso, precisam ser sustentáveis. Não pretendemos estender o debate sobre as necessidades para que tal ambiente se produza, tema bastante explorado em diversos artigos. Por ora, trabalharemos com o cenário de uma redução gradual e duradoura das taxas básicas.
Começando pelas empresas, a avaliação de projetos, expansões ou novos negócios/produtos está ligada, entre outros fatores, ao retorno previsto sobre o investimento. A análise usualmente compara o retorno esperado com a taxa de juros prevista. Para a idéia prosperar, o retorno do projeto deve superar a taxa de juros e ainda recompensar os riscos assumidos pelo(s) investidor(es). A perspectiva de queda dos juros reais aumenta as chances de projetos serem aprovados ou de negócios serem ampliados. Como novos projetos ou negócios visam o aumento de lucros futuros, sua viabilidade torna os papéis dessas empresas mais atraentes. Pelo lado do crédito, a redução dos juros reduz o custo de capital, abrindo espaço para empresas aumentarem suas captações em níveis compatíveis com seus desempenhos operacionais e para colocação de novas alternativas de crédito.
Do ponto de vista financeiro, a queda dos juros afeta positivamente o valor de uma empresa: os principais parâmetros dos modelos de avaliação são a expectativa de lucros/geração de caixa futuros (tratados no parágrafo anterior), o prêmio de risco (função das condições macroeconômicas) e a expectativa de juros para longo prazo. Esta última, seja por meio da remuneração dos Global Bonds ou a da taxa embutida nos títulos indexados à inflação, é utilizada para descontar o fluxo futuro de caixa ou fluxo futuro de dividendos. Todo o resto mantido igual, quanto menor a taxa de desconto, maior o valor percebido para a empresa. A avaliação de crédito das empresas também é influenciada positivamente pela queda nos juros: menor nível de juros representa menor serviço de dívida, parâmetro importante na classificação ou revisão de títulos/empresas.
Finalmente, a queda dos juros afeta as decisões dos investidores também pelo lado da remuneração global de seus investimentos: a maioria dos investidores - embora não a totalidade - define suas alocações primeiramente em função dos retornos potenciais. Quando a remuneração proporcionada pelos juros satisfaz os objetivos de rendimento, não há razão para o investidor preocupar-se com alternativas de investimento. Entretanto, diante da queda dos juros, outras alocações ganham atratividade. Como o segundo fator importante na decisão é o risco associado ao investimento, a migração não ocorre exclusivamente para o mercado acionário. Parte é migrada para alternativas que proporcionem rendimentos ligeiramente superiores e parte é redistribuída para outros mercados. Por isso, a queda dos juros está normalmente associada a: 1) Aumento na captação de títulos privados, fundos de recebíveis e outras securitizações; 2) Aumento da aceitação por títulos de longo prazo e títulos de rendimento prefixado; 3) Aumento da participação relativa de ações nas carteiras de investimento.
De fato, a participação de investidores pessoas físicas no mercado brasileiro aumentou em 2006, de 23% para 26%, mesmo com o baixo crescimento brasileiro. Na mesma linha, de acordo com relatório divulgado pela Bear Stearns (Bear Stearns' Latin America Watch, set/06), a participação de fundos de ações e fundos balanceados sobre o total de fundos é de aproximadamente 7,3%, comparáveis à média de 28,9% num grupo de 13 países emergentes.
Os três aspectos comentados apontam para uma inexorável e saudável redistribuição de investimentos no Brasil durante os próximos anos. Naturalmente, tal realocação não ocorrerá de forma uniforme e sem tropeços. Entretanto, esses já são motivos suficientes para que os investidores revisem seus investimentos para os próximos anos.
Gilberto Poso executivo-sênior de Investimentos do HSBC Private Bank
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terça-feira, outubro 03, 2006
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Valor Econômico: Mais Brasil - 03/10/2006
Mais Brasil
Por Daniele Camba
03/10/2006
Mesmo com as incertezas sobre o cenário eleitoral, com a surpresa de um segundo turno para presidente da República, os analistas ainda se mostram otimistas com relação ao crescimento econômico do país em 2007. Seja Lula ou Geraldo Alckmin o novo governante, há consenso de que a condução da política econômica na linha da estabilidade será mantida, com inflação controlada, redução da taxa de juros, superávit primário e balança comercial robusta. Permanecem, assim, intactas as projeções de um crescimento mais vigoroso do PIB para os próximos anos. Para se beneficiar do movimento, as corretoras participantes da Carteira Valor intensificaram as recomendações de papéis voltados ao mercado interno. Entre as sugestões estão ações de varejo, consumo, bancos e energia.
Apesar do tom de tranqüilidade, a disputa eleitoral deve trazer um pouco de volatilidade para a bolsa este mês. A oscilação pode aumentar significativamente caso novos escândalos venham à tona. "A perspectiva é de uma bolsa para cima até o fim do ano, com o Índice Bovespa chegando a 42 mil pontos em dezembro, mas até lá muito sobe-e-desce ainda está por vir", diz o chefe de análise da Concórdia Corretora, Eduardo Kondo. Os resultados tradicionalmente melhores das companhias no terceiro e quarto trimestres devem ser um empurrão importante para as ações se valorizarem.
Se o céu parece razoavelmente limpo no Brasil, o mesmo não acontece em terras estrangeiras. Apesar de descartarem a possibilidade de uma brusca desaceleração da economia americana, ou até de recessão, os analistas acreditam que as ações voltadas ao mercado externo, como as de commodities (petróleo, mineração, siderurgia, papel e celulose), continuarão altamente voláteis, oscilando a cada nova notícia ou indicador sobre o comportamento da atividade econômica nos Estados Unidos.
"Não vemos risco de uma desaceleração mundial, mas achamos que, no curto prazo, enquanto essa desaceleração suave não se definir, haverá turbulência nas ações de empresas expostas ao comércio internacional, como são as commodities", diz o chefe de análise da Bradesco Corretora, Carlos Firetti.
Por esse motivo, as dez corretoras da Carteira Valor praticamente abandonaram alguns papéis de commodities que são vedetes da bolsa brasileira. As ações da Petrobras e da Vale do Rio Doce, por exemplo, historicamente apareciam entre as recomendações de sete ou oito corretoras. Mas na carteira deste mês, as preferenciais (sem direito a voto) da Petrobras têm quatro recomendações e as PNA da Vale somente três. "Não ter esses papéis nos últimos dois meses se mostrou uma estratégia vitoriosa, foi o que fizemos", diz Firetti.
As recomendações da Bradesco Corretora, assim como as sugestões das demais participantes da Carteira Valor, estão voltadas ao crescimento interno. É o caso das ações da Dasa, laboratório de diagnósticos que está em crescimento e com expectativa de fazer aquisições. A corretora também incluiu na carteira os papéis da Net, que está se beneficiando com o aumento da massa real de salários.
A Concórdia também fez várias mudanças na carteira deste mês para se beneficiar da melhora da atividade econômica. A corretora recomenda ações da Confab (fabricante de tubos) e da Lupatech (produtora de válvulas para postos de gasolina), ambas fornecedoras da Petrobras e que devem se beneficiar do aumento de 75% nos investimentos da estatal, diz Kondo.
Depois de um bom tempo relegadas a segundo plano, as ações de energia voltaram à pauta de prioridades dos analistas. Os papéis da Cemig, CPFL Energia e Light possuem duas recomendações cada uma. "O setor inteiro está defasado na bolsa, além disso, com o crescimento econômico, será preciso fazer investimentos em geração, do contrário faltará energia", diz Gilberto de Souza, chefe de análise da BES Securities. As geradoras devem se beneficiar mais desses investimentos do que as distribuidoras.
"A Light, uma das empresas que mais perdem com as ligações clandestinas no Rio, deve sofrer uma reviravolta de eficiência agora que foi comprada", diz o analista da corretora do Banco Real, Pedro Galdi. Além da Light, a corretora recomenda as ações ordinárias (com direito a voto) da Eletrobrás.
As ações de algumas estatais, como a própria Eletrobrás, subiram ontem, com a ida de Alckmin para o segundo turno. "Isso reacendeu as esperanças de uma gestão melhor nessas companhias e até de privatização", diz Firetti, da Bradesco Corretora. No mês passado, a Carteira Valor teve alta de 1,47%, acima do Ibovespa, que subiu 0,60%. No ano, a Carteira acumula 20,78%, para 8,95% do Ibovespa.
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terça-feira, outubro 03, 2006
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terça-feira, 5 de setembro de 2006
Carteira: SLW (Setembro - semana)
Corretora SLW recomenda cinco ativos para a primeira semana de setembro
Por: Equipe InfoMoney
05/09/06 - 11h25
InfoMoney
SÃO PAULO - A corretora de valores SLW publicou relatório, na última segunda-feira (4), com sua carteira recomendada com cinco sugestões de ativos para a semana entre 4 a 8 de setembro de 2006, visando ganhos no curto prazo.
Os papéis são de empresas com bom potencial de valorização e dividend yield.
Confira as sugestões da corretora
Empresa Código Preço Justo Upside*
ALL América Latina ALLL11 R$ 194,00 11%
Braskem BRKM5 R$ 18,00 30%
Natura NATU3 Em revisão -
Vale do Rio Doce VALE5 R$ 60,00 45%
Ipiranga Petroquímica PTIP4 R$ 20,00 19%
*Com base nas cotações de 1 de setembro
Por que essas ações?
ALL América Latina
A corretora destaca como positivo a votação do desdobramento de ações, que acontecerá no próximo dia 5. Caso o procedimento seja aprovado, o preço por papel será reduzido, o que pode aumentar sua atratividade para os investidores pessoas físicas.
Braskem
Os analistas acreditam que o reajuste do preço das resinas, que deve ocorrer em setembro, e a queda do preço do petróleo irão impulsionar os papéis da companhia.
Natura
A estratégia de crescimento da empresa, que irá iniciar suas operações na Venezuela em dois meses, é um ponto de valorização das ações, acreditam os analistas da corretora.
Vale do Rio Doce
A desconfiança do mercado com a oferta de compra pela mineradora canadense Inco fez as ações da Vale caírem de forma significativa. Isso criou um bom espaço para a valorização das mesmas, ressalta a SLW.
Ipiranga Petroquímica
Os analistas destacam que a reativação da refinaria que produz nafta para a Copesul deve impulsionar as vendas da Ipiranga no curto prazo.
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terça-feira, setembro 05, 2006
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Carteira: Ágora (Setembro)
Conheça a carteira de dividendos da Ágora para o mês de setembro
Por: Equipe InfoMoney
05/09/06 - 09h30
InfoMoney
SÃO PAULO - A corretora Ágora divulgou, na última segunda-feira (4), sua carteira recomendada de dividendos, que compila uma seleção de cinco ativos com boa distribuição prevista de proventos em 2006 e 2007.
Segundo os analistas, os yields estimados para as ações que compõem a carteira são, em média, de 8,5% em 2006 e de 11,8% em 2007.
A corretora alterou um ativo em relação à carteira de agosto e aumentou a exposição aos papéis da Usiminas. As ações da Gerdau Metalurgia foram substituídas por papéis da CPFL e Energia.
Conheça a carteira
Empresa Código Preço Alvo Upside* Yield 06/07
Eternit ETER3 R$ 15,87 62,8% 10,7% 12,5%
Usiminas USIM5 R$ 105,44 54,0% 5,8% 7,7%
Confab CNFB4 R$ 5,87 38,0% 5,1% 10,1%
CPFL CPFE3 R$ 36,00 26,4% 8,8 10,4
Telesp TLPP4 R$ 64,00 30,3% 12,0% 18,4%
Histórico comparado
No mês de agosto, a carteira de dividendos desvalorizou-se em 4,7%, contra uma perda de 2,3% do Ibovespa.
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terça-feira, setembro 05, 2006
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