terça-feira, 1 de agosto de 2006

Carteira: SLW (semana)

Corretora SLW atualiza suas recomendações semanais com apenas uma alteração
24/07/06 - 15h29 - InfoMoney

A corretora de valores SLW divulgou cinco alternativas de investimento em sua carteira recomendada de ações, com apenas uma alteração para a semana.

Como critério de escolha, os analistas da SLW levam em consideração tanto o risco quanto o retorno esperado dos papéis, assim como os fundamentos das empresas selecionadas.

A única mudança no portfolio está na substituição das ações preferenciais da Net pelos papéis ordinários da Lojas Renner.

Confira as sugestões:

Empresa Código Preço justo Upside
Embraer EMBR3 R$ 23,60 22,47%
Lojas Renner LREN3 R$ 120,00 7,64%
Submarino SUBA3 R$ 49,00 22,50%
CCR Rodovias CCRO3 R$ 25,40 32,22%
Bradesco BBDC4 R$ 113,00 63,05%


Recomendações:

Embraer
A companhia aérea registrou bom desempenho no segundo trimestre de 2006, com 36 entregas de aeronaves, superando as previsões.

Lojas Renner
Os analistas da corretora acreditam que a divulgação do resultado do segundo trimestre de 2006, que sairá na próxima segunda-feira (31), pode impulsionar as ações da empresa.

Submarino
A empresa anunciou forte expansão nas vendas do segundo trimestre deste ano, confirmando o crescimento do negócio de varejo virtual no Brasil.

CCR
A SLW mantém as boas expectativas para a CCR no curto prazo amparada em um elevado potencial de crescimento da empresa, com expansão de negócios para outros segmentos e no exterior.

Bradesco
A queda nas ações do Bradesco no mês atingiu patamares atrativos para a compra. Além disso, o favorável cenário de controle do nível geral de preços no País beneficia o crescimento da renda da população, contribuindo para os resultados do banco.

Carteira: SLW (semana)

Corretora SLW atualiza suas recomendações semanais e lista apenas uma alteração
19/07/06 - 16h25 - InfoMoney

A corretora de valores SLW divulgou cinco alternativas de investimento em sua carteira recomendada de ações, com apenas uma alteração para a semana.

Como critério de escolha, os analistas da SLW levam em consideração tanto o risco quanto o retorno esperado dos papéis, assim como os fundamentos das empresas selecionadas.

A única mudança no portfolio está na substituição das ações ordinárias da Energias Brasil pelos papéis ordinários da Embraer.

Confira as sugestões

Empresa Código Preço justo Upside
CCR Rodovias CCRO3 R$ 25,40 34%
Bradesco BBDC4 R$ 113,00 68%
Net NETC4 R$ 1,36 17%
Submarino SUBA3 R$ 49,00 23%
Embraer EMBR3 R$ 23,60 23%


Recomendações:

CCR
A SLW mantém as expectativas para a CCR no curto prazo, amparada em um elevado potencial de crescimento da empresa, com expansão de negócios para outros segmentos e no exterior.

Bradesco
A queda nas ações do Bradesco no mês atingiu patamares atrativos para a compra. Além disso, o favorável cenário de controle do nível geral de preços no País beneficia o crescimento da renda da população, contribuindo para os resultados do banco.

Net
Os analistas da corretora ainda apostam nas ações da Net para investidores que buscam forte crescimento nos próximos anos. Em destaque, a reestruturação do endividamento da companhia.

Submarino
A empresa anunciou forte expansão nas vendas do segundo trimestre deste ano, confirmando o crescimento do negócio de varejo virtual no Brasil.

Embraer
A companhia aérea registrou bom desempenho no segundo trimestre de 2006, com 36 entregas de aeronaves, superando as previsões.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

Comentário: Cenário Semanal

CENÁRIO SEMANAL: AGENDA ESQUENTA E PETRÓLEO CONTINUA PRESSIONADO
Marcelo de Faro
Intra/MFI Financial Markets

O preço do barril de petróleo continua pressionado pela intensificação do conflito envolvendo Líbano, Israel e o grupo terrorista Hezbollah e a agenda de indicadores financeiros esquenta nesta semana. Esses dois fatos
podem adicionar uma dose a mais de volatilidade ao mercado financeiro. Aqui no Brasil, os assuntos principais são a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e a economia norte-americana. Nos Estados Unidos, as atenções se voltam à ata da última reunião do FOMC, aos indicadores de inflação e de atividade e ao depoimento do Ben Bernanke ao Comitê de Bancos do Senado.

Para alguns analistas, a nova disparada do preço do petróleo não significa apenas uma dose a mais de preocupação, mas teria se tornado o assunto mais relevante. Eles argumentam que os indicadores correntes de inflação desta semana (PPI na terça-feira e CPI na quarta) são relativos a junho e que a nova disparada do
barril pode acelerar o processo de desaquecimento econômico norte-americano ao direcionar boa parte da renda aos postos de combustíveis.

Essa seria uma boa explicação para a queda das expectativas de um novo aumento na taxa básica de juros dos Estados Unidos no início de agosto. Desde o início do conflito, na última quarta-feira, as chances de um
novo aperto monetário caíram de 63% para 53% - conforme apontam os contratos futuros de fed funds -, mesmo com a alta da cotação do barril de petróleo. A nova "meta" de US$ 80 não é alvo apenas de especuladores. Alguns, mais pessimistas, apostam em US$ 100, ainda mais em uma semana onde os contratos mais curtos e líquidos serão liquidados.

Outros analistas, no entanto, estão menos assustados com a nova disparada da commodity. Eles argumentam que as indústrias norte-americanas continuarão absorvendo uma boa dose do aumento de custos, não apenas pela produtividade ainda elevada, mas também pelo desaquecimento econômico global esperado e pela intensificação da competição chinesa. Esse cenário seria aliado ao fato de o setor industrial já ter embutido nas expectativas uma cotação do barril oscilando entre US$ 65 e US$ 75, com média de US$ 70, para os próximos dois anos.

Norteados pelos últimos indicativos do FOMC, boa parte dos analistas acredita que os indicadores de inflação
deixaram de ser as grandes variáveis para a política monetária dos Estados Unidos. Por esse motivo, acreditam que o CPI, salvo se ficar acima do esperado, de 0,2% em junho tanto para o índice cheio quanto para o núcleo, não deve adicionar nervosismo aos negócios. Pela média móvel trimestral, essa perspectiva resultaria numa taxa anualizada de 3,19%, mesmo patamar de abril - em maio, o indicador ficou em 3,79%. Nesta linha de raciocínio, o PPI não deveria causar frisson. A expectativa média para o indicador é de 0,3% para o índice cheio e de 0,2% para o núcleo.

Curiosamente, Bernanke discursa na quinta, mesmo dia da divulgação da ata do Fomc. Curiosamente, também, o presidente do Federal Reserve tem conseguido aumentar ainda mais a volatilidade dos mercados. Uns acreditam que é porque ele não sabe conduzir expectativas. Outros porque ele está tentando dar uma dose a mais de transparência na condução da política monetária e ele mesmo não saberia até onde vai o desaquecimento e até quando a inflação ainda terá fôlego. De qualquer forma, toda a cautela é pouca na quinta-feira.

Para a reunião do Copom brasileiro, o serviço AE-Projeções da Agência Estado entrevistou 61 analistas e apurou que 57 deles apostam em corte de 0,5 ponto porcentual na taxa Selic. Esse grupo argumenta que qualquer outra decisão colocaria por terra toda a filosofia do regime de metas diante do cenário benigno de inflação para o próximo ano. Os que apostam num corte menor ressaltam que as projeções do IPCA de 2007 estão no centro e não abaixo da meta do próximo ano por 47 semanas seguidas, segundo a pesquisa Focus. (Neusa Ramos, com Francisco Carlos de Assis e Célia Froufe, do AE Projeções)

Petróleo
Analistas esperam que os preços ampliem o movimento de alta para território recorde.

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Carteira: Unibanco (Julho)

Unibanco divulga carteira recomendada para o mês de julho com 20 ações
13/07/06 - 12h11
InfoMoney

O Unibanco divulgou sua carteira recomendada de ações para o mês de julho com vinte sugestões.

A carteira recomendada em junho obteve alta de 0,16%, ficando pouco abaixo do avanço de 0,28% do Ibovespa. Já no acumulado do ano, a carteira apresenta ganhos de 11,59%, acima do Ibovespa, que obteve no mesmo período valorização de 9,49%.

A instituição continua apostando que os setores como consumo e siderurgia devem apresentar crescimento ao longo do ano. Ainda com expectativa de que a volatilidade do mercado se reduza nas próximas semanas, o Unibanco mantém a recomendação de exposição overweight em bancos, e aumenta a exposição no setor de papel e celulose.

O portifólio inseriu duas ações neste mês, são elas: as ações preferenciais classe A da Telemar Norte Leste e as ações preferenciais da Brasil Telecom.

Confira as sugestões para julho:

Empresa Código Peso
Brasil Telecom Part BRTP3 1%
Brasil Telecom BRTO4 2%
Localiza RENT3 2%
TIM TCSL4 2%
Copel CPLE6 5%
Cemig CMIG4 3%
Itaú ITAU4 6%
Usiminas USIM5 10%
Net NETC4 4%
Gerdau Metalúrgica GOAU4 8%
Bradespar BRAP4 15%
Aracruz ARCZ6 2%
Petrobras PETR4 17%
Ambev AMBV4 4,5%
Bradesco BBDC4 7%
Lojas Americanas LAME4 4,5%
CPFL Energia CPFE3 3%
Vivo VIVO4 1%
Telemar TNLP4 1%
Telemar Norte Leste TMAR5 2%

Carteira: Santander (Conservador)

Ações: veja carteira com perfil conservador recomendada pelo Santander
13/07/06 - 10h47
InfoMoney

O Santander Banespa divulgou sua carteira recomendada de ações para investidores com perfil conservador. O portifólio conta com cinco ativos , cada um com participação de 20%.

O desempenho da carteira foi de 12,14% no ano, superior à valorização registrada pelo Ibovespa, de 8,70% no mesmo período.

Veja abaixo a composição completa da carteira:

Empresa Código Participação (20%)
AES Tietê GETI4 20
GOL GOLL4 20
Randon Participações RAPT4 20
Saraiva Livraria SLED4 20
Tractebel TBLE3 20

Carteira: Santander (Moderada)

Santander divulga sua carteira moderada com cinco sugestões de investimentos
13/07/06 - 09h50
InfoMoney

O banco Santander Banespa divulgou sua carteira moderada para o mês de julho. O portfolio pode ser considerado como uma boa alternativa aos investidores com maior aversão ao risco.

A instituição baseia as recomendações em papéis de empresas com bom potencial de valorização e retorno via dividendos e que estejam inseridas em setores que devem apresentar um desempenho superior ao da economia do país neste ano.

Confira a listada de recomendações:

Empresa Código Participação
Brasil Telecom Participações BRTP4 20%
CCR Rodovias CCRO3 20%
Pão de Açucar PCAR4 20%
Submarino SUBA3 20%
Vale do Rio Doce VALE5 20%

Carteira: Santander (Julho - 2)

Ações: Santander Banespa diz o que escolher e o que evitar no mês de julho
12/07/06 - 18h07
InfoMoney

Ao traçar um prognóstico para o comportamento do mercado brasileiro de renda variável, os analistas do Banco Santander Banespa listaram três ações consideradas top picks para o mês de julho.

Aparecem como preferidos da instituição os papéis preferenciais da Petrobras, os ordinários do Submarino e os preferenciais do banco Itaú. Confira na tabela abaixo as recomendações de forma mais detalhada.

Empresa Código Preço-alvo Dividend Yield Retorno Total Esperado
Petrobras PETR4 R$ 55,12 4,62% 25,92%
Submarino SUBA3 R$ 65,30 1,19% 51,94%
Itaú ITAU4 ER* - -
*Em Revisão

Exposição reduzida

No outro extremo, identificando papéis cuja performance deve ser inferior à média do mercado, o banco enumerou três ações nas quais, em sua opinião, investidores devem reduzir seu posicionamento no mês corrente.

São elas: as preferenciais classe A da Usiminas e as preferenciais da Vivo e da AmBev. Na tabela abaixo, apresentam-se as perspectivas da instituição para esses três ativos:

Empresa Código Preço-alvo Dividend Yield Retorno Total Esperado
Usiminas USIM5 R$ 86,10 5,18% 7,88%
Vivo Participações VIVO4 ER* - -
AmBev AMBV4 R$ 987,00 3,80% 9,70%

Análise setorial

Por fim, os analistas traçaram também suas perspectivas setoriais, com segmentos que devem apresentar desempenhos acima, em linha ou abaixo do Ibovespa. As recomendações por setor ficaram da seguinte forma:

Acima do Ibovespa Em linha com o Ibovespa Abaixo do Ibovespa

Petróleo & Gás Telefonia Fixa Petroquímico
Utilities Mineração Siderurgia
Bancos - Papel & Celulose

quarta-feira, 12 de julho de 2006

Carteira: Santander (Julho)

Ações: Santander Banespa publica carteira arrojada para julho com quatro ativos
12/07/06 - 15h38
InfoMoney

O Santander Banespa divulgou as sugestões de sua carteira arrojada para julho, com quatro ativos selecionados de acordo com os critérios do banco.

O portfolio recomendado é formado por papéis de empresas com elevado grau de expectativa e, portanto, alto risco, sendo adequado para investidores com perfil agressivo.

Vale lembrar que a carteira arrojada do Santander Banespa acumula no ano valorização de 17,62%. No mesmo período, o Ibovespa subiu 8,44%.

Confira as sugestões da carteira arrojada:

Empresa Código Peso (%)
Banco do Brasil BBAS3 25
Gerdau GGBR4 25
Net NETC4 25
Petrobras PETR4 25

Carteira: (Elétrica)

Conheça as ações do setor elétrico mais recomendadas para o mês de julho
12/07/06 - 13h15
InfoMoney

Ocupando o quarto lugar entre as ações mais recomendadas pelos analistas para o mês de julho, com indicação de cinco instituições, as ações ordinárias da CPFL Energia não foram as únicas do setor lembradas pelos analistas.

Entre as empresas do setor elétrico, as ações preferenciais classe B da Copel dividiram o segundo lugar com as ações preferenciais da Cemig (CMIG4), que tiveram a compra recomendada por três instituições.

Na seqüência aparecem as ações ordinárias da Eletrobrás (ELET3), holding que atua como agente do governo no setor, cujas ações receberam duas recomendações de compra, assim como as ações ordinárias da Energias do Brasil.

Nove empresas do setor marcaram presença

No total, onze ativos e nove empresas do setor elétrico marcaram presença nas carteiras recomendadas pelos analistas para o mês de julho, já que outras seis ações tiveram sua compra recomendada por alguma das instituições.

Os papéis que receberam uma recomendação de compra e completam a lista das elétricas são os preferenciais classe B da Eletrobrás (ELET6) e da Celesc e as ações ordinárias da Cemig (CMIG3), da Tractebel, da Light e as preferenciais da Transmissão Paulista.

Carteira: (Bancos)

Saiba qual a ação do setor de bancos mais recomendada pelos analistas para julho
12/07/06 - 11h10
InfoMoney

Dentre as ações recomendadas pelos analistas para o mês de julho, os papéis preferenciais do Bradesco e as units do Unibanco são os que receberam o maior número de recomendação de compra dentre os do setor de bancos.

Neste contexto, ambos os ativos receberam quatro recomendações de compra. A título de comparação, os papéis preferenciais da Petrobras, receberam nove recomendações, e foram os mais votados no mês, seguidos pelas ações da Vale do Rio Doce, com oito recomendações.

Potencial de valorização atrativo

De maneira geral, o forte movimento de queda observado durante os meses de maio e meados de junho levaram as ações do setor a um patamar atrativo e, a despeito da recuperação que os papéis já apresentaram, ainda não retornaram para os níveis anteriores ao do forte recuo do Ibovespa.

Neste contexto, além de apresentarem potencial de valorização atrativo, seus bons fundamentos, principalmente no que se refere a Itaú e Bradesco, justificam as recomendações.

Papéis do Itaú em segundo lugar

Em segundo lugar, dentre os mais recomendados do setor, ficaram as ações do banco Itaú, com três recomendações de compra, seguida pelos papéis ordinários do Banco do Brasil e da Nossa Caixa, ambos com apenas uma recomendação de compra.

Apesar de não ser necessariamente do setor de bancos, as ações da holding Itaúsa, apresentaram quantidade maior de recomendações de compra do que a dos bancos estatais listados na Bovespa: três recomendações. É importante lembrar que apesar de ser uma holding, 91,2% dos seus investimentos está no setor financeiro, especificamente alocados no banco Itaú.

Carteira: Recomendação

Saiba qual é a ação mais recomendada pelos analistas para o mês de julho
12/07/06 - 10h37
InfoMoney

No mês de julho, as ações preferenciais da Petrobras receberam o maior número de recomendações de analistas, segundo levantamento realizado pela InfoMoney e que incluiu dez portfolios sugeridos por corretoras e bancos de investimentos.

Na abordagem de junho, as ações da estatal também ocupavam o topo das escolhidas. Como não houve uma alteração significativa de cenário desde então, os papéis foram recomendados pelas mesmas instituições no mês corrente. As dez carteiras selecionadas são de: ABN Amro, Ágora, Banco Espírito Santo, Fator, Pactual, Pilla, Planner, Safra, SLW e Senso.

Petrobras encabeça a lista

No topo da lista aparecem as ações preferenciais da Petrobras, que são recomendadas em nove das dez carteiras sugeridas pelos analistas.

O elevado patamar dos preços do petróleo no mercado externo e a obtenção da auto-suficiência brasileira na commodity garantiram valorização de cerca de 21% aos papéis da estatal desde o início do ano.

Para o resto de 2006, a expectativa é de que a companhia exporte mais petróleo do que importa pela primeira vez em sua história, graças ao elevado crescimento da produção.

Vale na segunda posição

Na segunda posição, as ações preferenciais classe A da Vale do Rio Doce contaram com oito recomendações, diante de um cenário considerado bastante favorável ao mercado de minério de ferro.

Logo depois aparecem as ações ordinárias da CSN, com sete recomendações, seguidas por quatro papéis empatados com cinco recomendações: Net PN, CPFL Energia ON, Gerdau PN e Usiminas PNA.

Confira a lista das dez mais recomendadas:

Ação Recomendações:

Petrobras PN 9
Vale PNA 8
CSN ON 7
CPFL Energia ON 5
Gerdau PN 5
Usiminas PNA 5
NET PN 5
Unibanco UNT 4
Bradesco PN 4

segunda-feira, 10 de julho de 2006

Carteira: SLW (semana)

Carteira de ações: SLW divulga cinco recomendações para a semana
10/07/06 - 16h00
InfoMoney

A corretora de valores SLW divulgou nesta segunda-feira cinco alternativas de investimento em sua carteira recomendada de ações para a semana.

Como critério de escolha, os analistas da SLW levam em consideração tanto o risco quanto o retorno esperado dos papéis, assim como os fundamentos das empresas selecionadas.

Destaque para a substituição das units da ALL pelas ações ordinárias da CCR; e das ações ordinárias da Copasa pelas ações ordinárias do Submarino.

Confira as sugestões

Empresa Código Preço justo Upside*
CCR Rodovias CCRO3 R$ 25,40 42,13%
Bradesco BBDC4 R$ 113,00 66,86%
Net NETC4 R$ 1,36 21,42%
Submarino SUBA3 R$ 49,00 10,41%
Energias BR ENBR3 R$ 40,41 38,91%
*Com base nas cotações de 10 de julho.

Recomendações:

- CCR:
No curto prazo a CCR tem um elevado potencial de crescimento, com expansão de negócios para outros segmentos e no exterior.

- Bradesco:
O favorável cenário de controle do nível de preços no país beneficia o crescimento da renda da população, contribuindo para os resultados do banco.

- Net:
A opção pelas ações da Net é recomendada para investidores que buscam forte crescimento nos próximos anos. Em destaque, a reestruturação do endividamento da empresa.

- Submarino:
Teve forte crescimento de vendas no segundo trimestre de 2006, corroborando expansão do negócio de varejo virtual no Brasil.

- Energias BR:
As notícias sobre o start up da unidade de Peixe Angical e o anúncio de venda da energia de Santa Fé devem impulsionar as ações da companhia.

domingo, 9 de julho de 2006

Artigo: "Como uma Corrente de Analistas Financeiros Lê o Futuro em Gráficos de Ações"

Como uma corrente de analistas financeiros lê o futuro em gráficos de ações.
Por Alexandre Teixeira
Isto É Dinheiro
09-07-06

Eles não são místicos, mas pertencem a uma corrente de pensamento que, para os leigos, parece uma seita esotérica. Dizem-se capazes de ler o futuro em gráficos, onde enxergam figuras como a de um Buda meditando ou um homem enforcado. Parte importante de suas teorias é elaborada a partir da Seqüência de Fibonacci, imortalizada em uma das pistas para o “simbologista” Robert Langdon no best seller O Código Da Vinci. Os personagens. personagens em questão são analistas de mercado, trabalham em bancos ou corretoras e dedicam-se a recomendar compras e vendas de ações. Chamam-se analistas gráficos ou técnicos e, na turbulência que sacudiu os mercados nos últimos dois meses, provocaram seus colegas ortodoxos, gabando-se de ter antecipado a virada do mercado, a partir de 9 de maio. Com a ajuda de Fernando Góes, analista gráfico da corretora Ágora Senior, DINHEIRO desvenda a seguir os mistérios dessa versão financista de O Código Da Vinci.

A REVELAÇÃO

O ponto de partida para o desenvolvimento desta trama está em um mercado de arroz na cidade de Sakata, no Japão do século 18. Foi ali que um negociante conhecido como Homma criou os fundamentos da análise gráfica. Fez isso desenhando durante anos os preços de abertura e fechamento do mercado até detectar padrões de comportamento cíclicos que lhe permitiam antecipar movimentos. Um dos gráficos assim criado lembrava o formato de um Buda meditando. Rebatizado de “figura ombro-cabeça-ombro” ao ser adaptado à teoria ocidental, tornou-se um clássico da análise técnica, muito usado até hoje.

A TEORIA DE DOW

Mais de um século depois, em Nova York, Charles H. Dow, fundador da agência de notícias Dow Jones, formulou a primeira teoria ocidental para o estudo do movimento dos preços por meio de gráficos, que norteia a análise técnica até os dias de hoje. Mas os padrões encontrados em Sakata, reunidos na chamada “Teoria de Candlestick (castiçal, já que os gráficos de Homma eram em forma de vela)” ainda são muito usados atualmente.

AS ONDAS DE ELLIOT

Há uma série de vertentes alternativas da análise gráfica, como a “Teoria das Ondas de Elliot”, de 1939, que defende que o mercado de ações segue um padrão de cinco ondas de subida e três ondas de descida para completar um ciclo. Cada grafista tem suas preferências e vários deles usam um pouco de cada uma. “O mais importante”, diz Góes, “é que a análise gráfica está sempre refletindo a psicologia das massas, oscilando entre otimismo e pessimismo, em ciclos que tendem a se repetir”.

SEQÜÊNCIA DE FIBONACCI

Dentro de toda essa discussão sobre ciclos é que entra a Seqüência de Fibonacci – que se forma somando um número ao anterior infinitamente, como em “1,1,2,3,5,8,13”. Criado pelo matemático italiano Leonardo de Pisa (Fibonacci é uma corruptela de Filho de Bonaccio), no século 12, este padrão é encontrado em constelações, nos ciclos das marés e até nas proporções do corpo humano. Da Vinci a chamava de Divina Proporção e a usou em muitos de seus trabalhos. “Como a natureza, o mercado também segue o padrão”, diz Góes. “Após configurar um gráfico, apontando alta ou baixa da bolsa, podemos projetar para onde o mercado vai usando Fibonacci”, ensina.

PROFECIA REALIZADA

Mesmo os mais céticos surpreendem-se com a capacidade da análise gráfica em antecipar o movimento dos mercados. “Antes do atentado de 11 de setembro, tínhamos gráficos totalmente configurados para quedas, com grandes figuras apontando nessa direção”, lembra Góes. Pode ser coincidência. E há até quem diga que insiders da Al Qaeda se posicionaram no mercado antecipando a grande baixa. “O importante é que estava tudo estampado nos gráficos, e a queda realmente veio”, pontifica o analista.

NÃO PERGUNTE POR QUÊ

A bola de cristal dos grafistas teria funcionado, também, na reversão de expectativas na bolsa no último mês de maio. O mercado subia de vento em popa, até que uma súbita reviravolta mudou a direção das cotações das ações, que despencaram. “Isso também foi antecipado por uma figura de queda, a chamada ombro-cabeça-ombro”, afirma Góes. Segundo ele, o analista gráfico não está interessado nas razões do mercado, mas sim no seu modus operandi. Em outras palavras, se quiser decifrar este código, não pergunte por que os preços sobem e descem, mas como e quando isso acontece.

Comentário: As Escolhas para a Retomada da Alta

AS ESCOLHAS PARA A RETOMADA DA ALTA
http://ghitnick.com - 09jul06

A retomada da alta de longo prazo parece ser o cenário mais provável para o medio prazo, podendo até já estar em marcha, depois de uma longa correção que se iniciou em janeiro e teve uma baixa brusca entre maio e junho.

A escolha de papéis para uma carteira, evidentemente, depende das premissas pessoais dos investidores (seus prazos, atitude em relação a risco etc.), mas algumas tendências em relação aos diversos ativos podem ser colocadas tendo em vista a conjuntura interna e externa. Os pontos fundamentais a considerar seriam uma provável desvalorização do Real frente às principais moedas, a manutenção dos atuais níveis de crescimento do PIB nacional e da economia mundial, a manutenção também da evolução atual dos índices de inflação e a pouca influência das eleições no andamento de nossa economia.

Vale e Petrobrás, as duas líderes do mercado, seguem com excelentes perspectivas de apresentar lucros recordes nos próximos trimestres: a Vale, por ter conseguido mais um aumento em seus preços internacionais e pela possível valorização do dólar e a Petrobrás, pela conquista da auto-suficiência e pelos ganhos em contenção de custos e outros fatores de eficiência já obtidos e mais os acenados pelo seu Plano Estratégico, há pouco divulgado.

Os grandes bancos continuam mantendo sua rentabilidade patrimonial em todas as conjunturas e são sempre escolhas tranqüilas, ainda que com P/L um pouco acima da media.

A siderurgia parece ter alcançado um momento de consolidação, depois de grandes ganhos de margem em 2005. A demanda interna continua apenas regular, a externa estabilizou e o problema é a manutenção das margens tendo em vista os novos aumentos em vários de seus insumos básicos. As cotações até não estão altas proporcionalmente, pela desconfiança do mercado em relação ao setor, mas sua evolução tem que ser acompanhada com cuidado.

O setor petroquímico segue com os mesmos problemas dos últimos anos, o aumento do custo da nafta, a fraqueza do mercado interno e a progressivamente cada vez mais acirrada competição internacional, já que é uma das áreas onde mais se tem inaugurado novas plantas pelo mundo afora. Continua bastante difícil formar os preços para os consumidores finais com toda essa problemática e ainda os problemas inerentes ao custo Brasil.

Papel e celulose é uma atividade que contou com grandes investimentos, sobrecarregando as empresas do setor, mesmo depois de alguma consolidação e onde se perdeu eficiência nos últimos dois ou três anos. Todos os relatórios especializados mais recentes estão otimistas em relação aos resultados a partir do segundo semestre ora em curso e é algo a se conferir.

Entre as concessionárias, a evolução recente da inflação vai provocar ajuste tarifários mínimos e a provável valorização do dólar deve modificar as receitas financeiras contábeis para pior, em relação aos trimestres mais recentes. A Telemar tem como atração incerta a possibilidade de levar adiante seu plano de reorganização e o mesmo pode acontecer com a Eletropaulo, mas teles, elétricas e outras permanecem com perspectivas pouco animadoras.

Nos setores de comércio, alimentos e construção civil, os lucros não melhoraram, apesar das eternas esperanças de alguns analistas em torno de um possível efeito do crescimento da economia interna nesses segmentos (o que não tem se confirmado).

Nos papéis de lançamentos, mantidos ainda em cotações absurdamente otimistas em relação aos fundamentos das empresas, a torcida é que uma nova série de eventos não esvazie os fundos de sustentação atualmente mantidos.

Entre as demais, sempre há excelentes oportunidades no arbitramento entre cotação e valor econômico verdadeiro.

Por: Jayme Ghitinick

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Carteira: Planner (Julho)

Corretora Planner divulga sua carteira recomendada para julho de 2006
07/07/06 - 10h45
InfoMoney

A corretora Planner divulgou, na última quinta-feira (6), sua carteira sugerida de ações para o mês de julho de 2006.

Dos 15 ativos que compunham a carteira no mês de maio, foram excluídos os de Coteminas, Cemig, Celesc, Transmissão Paulista e Brasil Telecom Participações. No lugar destes, foram acrescentados os papéis de Natura, Duratex, Arcelor Brasil, CPFL Energia e Energias do Brasil.

As ações de Vale do Rio Doce, Bradesco, Itaú, Petrobras e Telemar possuem as maiores participações individuais, com 10% cada uma.

Confira as sugestões dos analistas:

Empresa Código Preço Alvo (R$) Upside(%) Peso (%)
Natura NATU3 28,00 23,35 5
Duratex DURA4 21,60 10,83 5
Vale do Rio Doce VALE5 46,80 6,17 10
CSN CSNA3 76,00 9,35 5
Usiminas USIM5 83,00 6,89 5
Arcelor Brasil ARCE3 35,00 4,42 5
Banco Itaú ITAU4 71,10 12,72 10
Unibanco UBBR11 30,70 7,68 5
Bradesco BBDC4 74,50 10,69 10
Petrobras PETR4 48,30 11,86 10
CPFL Energia CPFE3 29,50 11,49 5
Energias BR ENBR3 29,00 7,41 5
Eletrobrás ELET6 45,00 0,22 5
Telemar TNLP4 32,60 17,27 10
Telesp TLPP4 50,80 10,43 5

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Comentário: Rentabilidade da Bolsa nos Últimos 10 anos

Rentabilidade da Bolsa nos últimos 10 anos.

O índice da Bolsa de Valores de S. Paulo valorizou-se mais de 1.000% em torno de 10 anos. Ou seja, multiplicou o capital investido por 10. Bolsa é uma aplicação de risco, todos sabemos, mas no longo-prazo, esse risco se dilui bastante. Basta apenas escolher as ações sólidas e que apresentam resultados constantes e ascendentes. Nesse mesmo período, temos ações que se valorizaram mais de 7.000%, ou seja, multiplicou por 70 o capital investido. A chave para bons resultados no mercado de ações é escolher empresas sólidas com boas perspectivas de negócios e que respeitem o acionista minoritário, também conhecido como pequeno investidor. A paciência também é chave e quesito fundamental para a boa lucratividade de um portfólio acionário. É normal em certos momentos, o seu investimento parecer ruim ou até perdedor, mas tendo paciência e sabedoria, essa perda momentânea se transforma em lucro.

Forte abraço,

Marcelo Faro

Carteira: Pilla (mês de Julho)

Pilla Corretora divulga sua carteira recomendada para julho
06/07/06 - 10h35
InfoMoney - SÃO PAULO

A corretora de valores Pilla atualizou sua carteira recomendada para o mês de julho. Os papéis que compõem o portfolio possuem bom potencial de valorização e retorno via dividendos.

As maiores apostas da carteira continuam sendo as ações preferenciais da Petrobras e Vale do Rio Doce. As únicas mudanças em relação ao último mês foram a saída dos papéis da Arcelor e a entrada de Unibanco e Usiminas.

Confira na tabela abaixo todas as recomendações:

Empresa Código Dividend Yield (%)
12 meses Peso (%)
Bradesco BBDC4 2,6 8
CSN CSNA3 9,7 10
Gerdau Met. GOAU4 5,0 10
Petrobras PETR4 2,6 21
Telemar TNLP4 5,7 9
Telesp TLPP4 15,2 10
Tractebel TBLE3 8,1 6
Unibanco Units UBBR11 3,4 5
Usiminas USIM5 6,9 5
Vale do Rio Doce VALE5 3,1 16

Carteira: Senso (mês de Julho)

Senso Corretora divulga portfolio recomendado para julho, sem alteração
06/07/06 - 09h18
InfoMoney - SÃO PAULO

A Senso Corretora manteve inalterada a seleção de ativos de sua carteira recomendada para o mês de julho, divulgada na última quarta-feira.

Em evidência, as ações preferenciais da Petrobras e as preferenciais classe A da Vale do Rio Doce, que, juntas, têm peso de 45% na carteira, seguidas pelos papéis da Usiminas, com participação de 15% no portfolio recomendado.

Destaques

As ações preferenciais da Cemig estão em primeiro lugar, em termos de potencial de valorização, com um upside aproximado de 47%.

Contudo, a corretora destaca outros setores, dando seqüência à aposta nos papéis de empresas de mineração, siderurgia e petróleo.

Confira na tabela abaixo todas as recomendações

Empresa Código Participação (%) Preço Alvo (R$) Upside(%)
Vale VALE5 20 64,49 46,30
Petrobras PETR4 25 58,26 34,92
Cemig CMIG4 10 135,00 47,03
Arcelor Brasil ARCE3 10 44,00 31,26
Itausa ITSA4 10 11,20 28,44
Gerdau GGBR4 10 42,07 29,25
Usiminas USIM5 15 103,49 33,28

Carteira: Senso (Dividendos)

Senso Corretora divulga carteira com boas pagadoras de dividendos para julho
05/07/06 - 16h01
InfoMoney - SÃO PAULO

A Senso Corretora divulgou nesta quarta-feira (5) a sua carteira recomendada de ações com base em dividendos para o mês de julho.

A lista de sete dos melhores ativos da Bovespa, segundo o critério da corretora de remuneração via proventos, não contém nenhuma alteração em relação ao portfolio de junho.

Na definição da carteira, os analistas focam suas avaliações em yields atrativos. Isto é, em empresas que ofereçam fluxo de caixa robusto e previsível, resultados sólidos e, conseqüentemente, bons dividendos.

Confira as sugestões para julho:

Empresa Código Preço-alvo Upside Peso
Bradesco BBDC4 R$ 106,00 56% 15%
Telesp TLPP4 R$ 63,30 37% 15%
Metalúrgica Gerdau GOAU4 R$ 53,45 33% 15%
Cemig CMIG4 R$ 135,00 47% 15%
Usiminas USIM5 R$ 103,49 33% 15%
Itaúsa ITSA4 R$ 11,20 28% 15%
CSN CSNA3 R$ 77,00 10% 10%

Comentários: IBOVESPA - Cenário Favorável e Cautela

Cenário é favorável para o Ibovespa, mas ainda não há tendência de alta
05/07/06 - 18h00
InfoMoney - SÃO PAULO

Apesar da queda do Ibovespa nesta quarta-feira ter sido favorecida por temores acerca de conflitos geopolíticos com a Coréia do Norte, analistas já esperavam alguma correção do índice das 56 ações mais negociadas da Bovespa. Isso porque o índice vem de cinco valorizações consecutivas.

Segundo o analista técnico Alex Rocha Moreira, este movimento de correção pode se estender até três pregões e, enquanto o índice estiver acima do 35.500, não há motivos para grandes preocupações, já que o momento é visto como positivo pelo analista. Contudo, Alex lembra que ainda não há uma tendência de alta definida, a despeito da forte recuperação recente.

Neste contexto, a cautela ainda é recomendada, já que ainda não há como ter certeza de que o movimento recente não se trata apenas de uma correção visando novas quedas, ressalta o analista Marcelo Grande, que lembra que o Ibovespa ainda tem uma forte resistência no nível dos 38.300 pontos...